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  • Percio Diogo

Prêmio de valor é aquele que não acaba depois de conquistado

O maior incentivo para uma pessoa é alguém polir seu ego, reconhecendo seu valor.

Reconhecer o valor de gente não tem preço.

Durante mais de 25 anos, fiz todo tipo de campanhas de selling in e de selling out imagináveis, com prêmios que iam de relógios de pulso a viagens a Disney, de televisores a motos.

Todos acabaram funcionando, uns mais outros menos, outros foram lições sobre o que não fazer.


E todas exigiram muito trabalho, mas o mais difícil sempre era: "o que vai ser desta vez?" "Que prêmios vamos dar?" "O que será atraente suficiente para homens e mulheres se interessarem muito em conquistar?"

Não repetir prêmio já concedido é primordial. Como também é, evitar o que a concorrência faz, ou, pior, tornar um prêmio em castigo, como dar uma geladeira 110V para área 220V, caixa de bebida para religioso que não bebe e viagens onde o premiado só vai olhar vitrines e ficar com vontade de comprar (e raiva), porque não tem recursos suficientes para comprar.

Frustrar um concorrente a um prêmio, é o maior tiro no pé que pode se dar.


Sem contar acidentes com a moto que você deu, ou produtos que sumiram das prateleiras ou sujeitos a alteração de preços, com variação do dólar, inflação, phasing outs, etc...tudo isso transforma uma ideia genial de campanha de incentivo, no que chamo de "anti-prêmio", um prêmio que não é prêmio, uma alegria que vira raiva e você, patrocinador, acaba engolindo sapos de difícil digestão.


Uma promessa de premiação a uma superação, é sagrada, ela não tem preço. Só tem valor. E uma premiação que ameace promessas, ameaçam ainda mais uma campanha futura.


Quando inventei dar um livro de prêmio ao primeiro colocado de uma campanha de metas, onde ele contaria sua vida e como fez para vencer aquele desafio de realização, me surpreendi com o poder que a homenagem de alguém virar um livro possui.


Para uma equipe com gente mais graduada, o livro é "O" curriculum que dispensa o próprio curriculum. Para batalhadores mais simples, o livro é uma graduação que ele jamais teria. Passar a estar no mesmo patamar que os grandes empresários e celebridades estão, com seus livros de autoajuda, biografias ou inspiradores, é um mérito que amplia sua autoestima de forma exponencial.

Virar livro é virar celebridade, um orgulho que não se esquece.


Patrocinar um livro de premiação por meta, performance ou conduta é muito mais barato que a maioria dos prêmios que citei acima.

E será uma de suas ideias mais brilhantes.

Acho até que você merece um livro por ela.


Percio Diogo



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